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Balanceamento
Rodas desbalanceadas podem ser identificadas por trepidação na direção
do veículo, ocorrida em determinada velocidade. Esse problema danifica
os pneus, que terão sua vida útil reduzida – e provoca muito desconforto
ao dirigir.
O dano mais comum causado pelo desbalanceamento é o desgaste acentuado e
irregular em pontos alternados da banda de rodagem dos pneus.
Existem ainda outros problemas ocasionados pela falta de balanceamento.
Entre eles está a perda de tração e estabilidade, dificuldade de manter
o veículo na trajetória e desgaste prematuro dos rolamentos,
amortecedores e terminais de direção.
São dois os tipos de balanceamento: estático e dinâmico. Uma roda está
estaticamente balanceada quando cada ponto da circunferência tem o mesmo
peso de seu ponto oposto. No balanceamento dinâmico, os pontos opostos
de cada lado da roda têm o mesmo peso.
Para se fazer o equilíbrio ideal entre o conjunto roda/pneu, devem-se
usar contrapesos de chumbo nos pontos mais leves da roda.
Quando fazer o balanceamento:
1 – a cada troca de pneus;
2 – por ocasião do rodízio de pneus (cada 10 mil km);
3 – ao primeiro sinal de vibração no volante ou desgaste irregular dos
pneus;
4 – após ser efetuado reparo no pneu ou na câmara de ar
Alinhamento
Alinhamento é, como o próprio nome diz, responsável por manter o carro
“na linha” – sem que “puxe” para um lado, desde que transitando em piso
regular.
O alinhamento é especificado pelo fabricante do veículo a fim de
oferecer maior eficiência de rolamento, melhor dirigibilidade e
otimização do grau de esterçamento. Qualquer alteração que ocorra nas
especificações de alinhamento, ocasionada por impacto, trepidação,
compressão lateral e desgaste dos componentes da suspensão poderá
comprometer o bom comportamento do veículo. Ou, ainda, provocar desgaste
irregular e prematuro da banda de rodagem.
São quatro os itens envolvidos no alinhamento: convergência,
divergência, cáster câmber. Todos eles devem ser observados no
alinhamento, que será feito:
1 – a cada troca de pneus;
2 – quando os pneus apresentarem desgaste excessivo na área do ombro;
3 – quando os pneus apresentarem desgaste em forma de escamas na banda
de rodagem;
4 – se um pneu tiver maior desgaste do que o outro;
5 – trepidação das rodas dianteiras;
6 – vibração do carro;
7 – volante duro;
8 – carro tende para os lados quando o motorista solta o volante;
9 – carro desvia e puxa para o lado quando os freios são acionados;
10 – a cada 10 mil km (rodízio ou balanceamento);
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